quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

O que é um torrista de plataforma?

O profissional de offshore chamado de "torrista" ( ou derrickman) é classificado pelo Código Brasileiro de Ocupação sob o nº CBO: 7-14.40 e defina suas funções de modo a executar, em plataforma elevada, manobras de decida e retirada da coluna de perfuração nas operações de: sonda, acionando motores, lubrificando as partes móveis das bombas de lama e desempenhando outras operações correlatas, a fim de concorrer para a aceleração dos trabalhos de sondagem de petróleo. Ele também vigia as condições de circulação do fluido de perfuração, observando o retorno e o trajeto do mesmo, registrando a viscosidade e a densidade horaria, em formulários apropriados, para detectar qualquer variação nos níveis dos tanques de armazenamento, ou vazamento no circuito; efetuar o tratamento do fluido de perfuração, de acordo com ordens superiores (engenheiro qupimico de fluidos), fazendo verificações periódicas das características do mesmo e corrigindo-as por adicionamento de produtos químicos específicos para facilitar o trabalho de sondagem; mantém em condições regulares de funcionamento dos instrumentos, ferramentas e equipamentos componentes do sistema de perfuração, substituindo peças, efetuando lubrificações e outras tarefas de manutenção, para assegurar a continuidade do processo produtivo.

O que são sistemas turbidídicos

Estava lendo paginas da Petrobras de tecnologia e pesquisa falando sobre estudos de Afloramentos Em Águas Profundas. Então, ao final dessa notícia pude encontrar uma pequena mensão ao que são Sistemas Turbidídicos. Segue:

Foco em sistema turbidítico
Ao considerar que 90% das reservas brasileiras de petróleo ocorrem em sistemas turbidíticos, a maior parte das pesquisas apresenta estudos detalhados sobre o tema. Esse sistema é um dos mecanismos responsáveis pela formação de rochas sedimentares e apresenta especificidades de grande interesse na comunidade geológica.
O turbidito é uma rocha formada por correntes de turbidez - corrente de densidade com sedimentos em suspensão que se movimenta como uma avalanche subaquosa.
(...) há um estudo específico sobre Roteiro de Campo para o Seminário Turbiditos para Bacia do Itajaí, em Santa Catarina. Segundo especialistas, esta região possui os melhores afloramentos (exposições encontradas na superfície de rochas sedimentares) de turbiditos do Brasil, onde já foram realizadas várias teses, projetos e roteiros de campo sobre a geologia da bacia.

Geologia de Vênus

Vênus é uma espécie de gêmeo geológioco da Terra porque a sua superfície foi moldada da mesma maneira que o nosso planeta. Três forças criaram a paisagem do planeta Terra, duas delas também moldam o planeta Vênus:
  • vulcanismo (a libertação de rocha em fusão, ou magma, de um interior quente);
  • e a tectônica  (tensões nas rochas da crosta que criaram as montanhas e vales).
Há também um milhão de crateras de impacte (formação geológica dominante na Lua), mas Vênus, assim como a Terra, é geologicamente ativapara que os impactes dominem a sua geologia. O que falta a Vênus é uma erosão intensa pela água e pelo gelo que constantemente remodelam a superfície da Terra.

Como a Terra, Vênus tem grandes montanhas, tanto de origem vulcânica como tectônica e seus maiores vulcões parecem-se muito com as montanhas Mauna Kea e Mauna Lea, no Havaí. Seu número de montanhas vulcânicas perde para o da Terra, mas são igualmente altas.

Em Vênus há montanhas análogas às montanhas dos Himalaias e do planalto Tibetano, são elas, respectivamente: montes de Maxwell e o Ishtar Planetia. Mas em geral, as montanhas e outras atividades geológicas são semelhantes nos dois planetas.

As diferenças mais notáveis são que, em Vênus, falta a tectônica de placas que é responsável pelas diferenças em nosso planeta entre continentes grafíniticos e as bacias basálticas oceânicas. E também parece que Vênus sofreu um cataclismo global há cerca de 500 milhões de anos, em que a maior parte do planeta ficou submerso em lava num intervalo de tempo (geológicamente) curto. Não há nada na história da Terra que se compare a tal evento.

As causas dessas duas maiores diferenças são hoje muito discutidas por geólogos. Assim fazem-se as mesmas perguntas sempre: porque razão os planetas gêmeos, tão semelhantes em muitas as pectos, divergem, todavia, em outros aspectos fundamentais?

Fonte: http://www.geofisicabrasil.com/artigos/41-opiniao/3042-geologia-de-venus.html
Fonte da fonte:
Física 2100 - Autor: Carlos Costa - 21/01/2011
Porque será que gêmeos idênticos (seres humanos) sempre tem um ponto de divergência: gostos, manias? Poderiam gêmos serem tão iguais a ponto de viverem vidas iguais? casarem-se com mulheres iguais? Terem mortes iguais? Não seria um acaso terem nascido da mesma forma, mas um fato percorrerem caminhos diferentes?

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Petrobras assina acordo com a empresa japonesa Jogmec para projeto de "DUTOS FLEXÍVEIS"

(Imagem: pré-sal)
A Petrobras assinou um acordo (Specific Agreement) com a Jogmec - Japan Oil, Gás and Metals Corporations, com o objetivo de iniciar um estudo de viabilidade técnica para o projeto de dutos flexíveis para a introdução de petróleo na área do pré-sal.


O estudo de viabilidade técnica para o projeto do duto flexível será a segunda atividade colaborativa a ser realizada entre a Petrobras e a Jogmec. O relacionamento entre as emrpesas iniciou-se em dezembro de 2005, com a assinatura de um Memorando de Entendimentos para colaboração em atividades de mútuo interesse nas áreas de exploração e produção de petróleo e gás; saúde, meio ambiente e e segurança; além de projetos de pesquisa e desenvolvimento no setor. A primeira atividade de pesquisa unindo esforços mútuos se iniciou em 2006, com base em estudos sobre sistemas FPSO (Floating, Production, Storage and Offloading) do tipo Mono-Coluna (casco em formato cilíndrico), sendo concluída com êxito e apresentado resultados promissores.

O estudo de viabilidade técnica será conduzido por um consórcio japonês composto, entre outras empresas, pela Furukawa Electric Co. Ltd.  


O prazo de conclusão deste estudo é dezembro de 2014.

Quando o projeto estiver tecnicamente validado, será avaliada a oportunidade de se instalar uma fábrica no Brasil.  

Fonte: (11 de maio de 2011 / 16:22)_Blog Petrobras
 



quinta-feira, 2 de junho de 2011

Guilherme Estrella diz: "Investimento em exploração é prioridade."

 

No Dia do Geólogo, Guilherme Estrella destacou o aumento das participações da Petrobras nas licitações de blocos de exploração desde 2003.

Segundo a revista cenários, que tráz edição especial Petróleo&gás 2011, a Petrobras prevê 19 mil km² de aquisição de dados sísmicos e 28 mil km² de aquisição sísmica 3D.

Na reunião de geólogos ocorrida no clube de Engnharia, nesta ultima terça feira dia 31/05, a palestra do diretor "Os desafios do Pré-sal_A Geologia ultrapassando limites" destacou o aumento das participações da companhia desde 2003. “Até 2003, a Petrobras vinha diminuindo a participação nas licitações de blocos de exploração. A partir daquele ano, a tendência mudou e a companhia retomou os investimentos em exploração. Em 2003, por exemplo, nenhuma empresa estrangeira quis participar da licitação de blocos. Foi quando adquirimos importantes blocos”, lembrou o diretor.

Estrella descreveu a guinada da Geologia ao longo dos últimos anos no País. “Em meados de 2006, surgiu o pré-sal e decidiu-se, de forma estratégica, tratar o assunto de forma diferente, com a proposta de uma nova regulamentação. E hoje vemos que a profissão de geologia está difundida, o mercado está aquecido e é uma das mais procuradas no País”, comemorou Estrella, ressaltando a parceria com universidades.


Fonte: (01 de maio de 2011 / 16:22)_Blog Petrobras